Cristã secreta da Árabia Saudita escreve poema sobre seu encontro com Jesus!

A situação dos cristãos na Arábia Saudita é bastante séria e o extremismo islâmico tem feito diversas vítimas ao longo dos anos. As restrições do governo sobre a liberdade religiosa, em geral, são muito elevadas e, por conta da forte influência do fundamentalismo islâmico, quem escolhe servir a Jesus deve fazê-lo em segredo. 
Diante de todo esse contexto, como uma cristã na Arábia Saudita enxerga Jesus? Leia a seguir.
Ele habitou no mais profundo do meu coração

Eu enxerguei sua luz de longe

por trás das montanhas
por trás do horizonte

Ele se levantou como a radiante luz de uma manhã cheia de alegria

Ele se levantou dentro da minha alma tão cheia de escuridão

minha alma perdida e confusa
minha alma que não conhecia o significado de “descanso”

No entanto, ele me visitou como a brisa suave

como a fragrância que emana das colinas

ele me visitou

Ele habitou no mais profundo do meu coração

e se estabeleceu lá dentro

Ele encheu minha alma com pureza, com vida

Ele é Jesus, gentil e compassivo

Jesus, a origem da minha alegria

Jesus, o refúgio da minha alma

Eu o adoro desde que o conheci,

e me apaixonei por ele

E como não poderia ser assim?
Pois ele me amou primeiro

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Cristã relata como foi ser sequestrada pelo Boko Haram!

Quando os terroristas do Boko Haram invadiram a cidade de Gwoza, no estado de Borno – isso em junho de 2014 – uma jovem de 22 anos foi separada de seu pai e foi sequestrada, sendo forçada a se casar com um dos soldados.
Pela primeira vez a Mercy, nome fictício da jovem, falou sobre o que aconteceu no dia que os extremistas a levaram para o cativeiro.
“Todo mundo na cidade correu para se salvar. Meu pai e eu fomos separados. Eu não sei o que aconteceu com ele. Eu acho que ele morreu da mesma maneira que muitos outros morreram, porque eles se recusaram a negar a Cristo. Eu e outras quatro mulheres fomos levadas sob ameaças de espancamento, caso não obedecêssemos às ordens”, relata.
Mercy ficou cinco semanas sob domínio dos extremistas, sendo obrigada a assistir vários assassinatos e sendo submetida às exigências dos seus captores para seguir ao Islã.
Muitas mulheres, com medo, aceitaram se tornar muçulmanas. “Meu primeiro dia foi um inferno, eu chorava muito, mas também orava pedindo a Deus para me dar coragem. Fomos interrogadas, eles nos convidaram a nos tornar muçulmanas. As mulheres aceitaram imediatamente e se casaram com membros do Boko Haram”, disse Mercy.
Mas ela não queria negar a Cristo e por isso foi espancada. “Eu implorei dizendo ser cristã, então apanhei muito e me forçaram a casar com um deles. Participei de ensinamentos islâmicos e orações. Também fui torturada. Vi muitos cristãos sendo mortos, mas não negaram a sua fé.”
Apesar de todo o sofrimento, Mercy permaneceu firme em sua fé e pode ver o cumprimento de diversas mensagens bíblicas. “Graças a Deus fui resgatada após uma campanha do governo e mesmo vivendo entre ruínas agora, sou grata a Jesus porque estar viva e livre”, completa.

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Notícias de um mundo que continua afundando!

A capa do jornal Folha de S. Paulo de hoje [domingo 3/1/2016] é um verdadeiro retrato deste mundo sem rumo, sem sentido e que se ilude achando que vai durar muito tempo. É um raio x da realidade que nos cerca, com pessoas se iludindo mergulhadas no puro hedonismo para tentar esquecer a sensação de que o futuro não apresenta esperanças concretas; pessoas que só pensam no aqui e agora porque têm dúvidas sobre o amanhã. Um mundo corrupto, amante dos prazeres, violento, desigual – exatamente como as profecias bíblicas o haviam descrito muito, muito tempo atrás. O nosso mundo que cambaleia para o precipício.

No centro da capa, a manchete sobre os desmandos dos políticos brasileiros anuncia um novo ano com mais do mesmo. Acima e ao lado da manchete, a chamada “Festas badaladas do litoral norte de São Paulo ignoram a crise”, e uma foto grande de uma das tais festas que não apenas ignoram a crise, mas ignoram também a decência e o fato de que há muita gente, neste exato momento, mendigando e sofrendo exatamente por causa da crise que os festeiros ignoram. E essa crise é causada não apenas pela roubalheira dos governantes e pela conjuntura econômica; é causada também pela falta de solidariedade de uma sociedade em que poucos têm muito e muitos têm pouco. Uma sociedade que adora ignorar realidades. Na verdade, o brasileiro – e não apenas os hedonistas norte-paulistanos – ignora muita coisa. Fã de novelas, de festas e dado a levar a vida na brincadeira, ignora o fato de que não adianta xingar políticos enquanto os cidadãos não fazem sua parte para ter uma nação mais honesta, igualitária, de pessoas de bem e íntegras, não de homens e mulheres que só pensam em se dar bem e se gabam quando conseguem “dar um jeitinho”, mesmo que à custa de valores, da ética e da obediência às leis.

Logo abaixo da festa e da manchete, a notícia com foto informa que “Vivência sensorial na floresta e ioga na praia atraem turistas no Rio”. Na verdade, esse tipo de religiosidadelight e pós-moderna atrai muita gente nos tempos de hoje. É uma religião que dispensa compromissos, dispensa a entrega do coração e das vontades, dispensa o arrependimento e o perdão, dispensa a tomada de consciência de que o mundo precisa de cristãos comprometidos – dispensa Deus. Afinal, o ser humano é seu próprio deus. O que ele sente é o mais importante. Se está satisfeito com a sua verdade, ótimo. É melhor fugir para a floresta e abraçar as árvores do que se misturar ao povo e abraçar os pecadores malcheirosos. É melhor tentar esvaziar a mente na meditação transcendental do que encher o coração com as verdades absolutas da Bíblia Sagrada que nos convidam à verdadeira mudança de vida e satisfazem o vazio da alma.

E fechando a capa emblemática, duas pequenas chamadas tristes, no pé da página: “Execução de clérigo xiita pela Arábia Saudita gera tensão” e “Chacina em SP pode estar ligada à morte de policial”. São notícias que insistem em estragar o clima de festa e a ilusão da religiosidade new age chique e perfumada. O mundo verdadeiro fede a sangue e pólvora. O mundo verdadeiro insiste em jogar na nossa cara a realidade nua e crua de que o ser humano não tem jeito sem Deus. Insiste em nos fazer enxergar que este planeta precisa da intervenção do Criador; precisa que Jesus volte logo! E enquanto isso não acontece, não adianta continuar escondendo a sujeira debaixo do tapete. Ela continua lá e em todo lugar, clamando para ser removida, não ignorada.

A foto gigante da festa com moças seminuas no topo da capa bem que tentou esconder as notícias abaixo dela, mas não tem jeito…

Bem-vindo 2016!

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Jesus não abandonou Seus filhinhos ao sabor do Estado Islâmico! Ele cumpre Sua promessa de onipresença!!

Jesus prometeu: “Eis que estou convosco até o fim”, e como
sempre Ele honra Sua palavra!
A maioria das pessoas que acompanha as notícias sobre o Irã e regiões e ouve falar sobre as ações violentas do Estado Islâmico, pensa que o cenário de guerra é somente de dor e falta de esperança.
Apesar do mal que esse grupo espalha, alguns cristãos acreditam que Deus está no controle nas áreas em que parece que somente a escuridão reina. “Quanto mais eles perseguem os cristãos, mais o evangelho se espalha. É triste ver tantas mortes e lágrimas, mas quanto mais sofremos, mais sentimos a presença de Deus, e sabemos que somos luz nas trevas. Muitos muçulmanos se converteram porque dividimos o evangelho com eles”, disse um cristão em entrevista à CBN News.

“Muitos de nós já tivemos encontros sobrenaturais com Jesus, alguns em sonhos, outros em visões, e sabemos que isto não acontece somente aqui, mas em todo o Oriente Médio. Nós estamos sofrendo, mas não queremos fugir, nós temos coragem de ficar aqui porque Deus está nos fortalecendo, e precisamos ser sal da terra e luz do mundo, porque ainda há muitas pessoas desesperadas, procurando um caminho nessa vida, e o único caminho é Jesus. Precisamos levar o Cristo para estas vidas”, finaliza o cristão.

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Imagine um mundo sem religiões

Imaginando a coisa errada…
“Imagine um mundo sem religião”, frase inspirada em um trecho da música do John Lennon e que se tornou um dos slogans do neoateísmo militante (e que tem aparecido bastante na minha linha do tempo e de algumas outras pessoas que conheço). A música, no entanto, também clama por um mundo sem governo, sem posses, sem ganância ou fome, onde ninguém é melhor do que ninguém e todos são iguais. Um mundo, sem dúvida, utópico e impossível de se alcançar, a não ser que se esteja falando do cemitério, pois no cemitério acaba-se tudo, ninguém é melhor, nem pior, todos são iguais e não precisam se preocupar com o governo.

Usar essa música como slogan para o neoateísmo é utópico e contraditório, pois usam a frase “imagine um mundo sem religião” para afirmar que o mundo seria melhor sem ela. É ridículo! A religião é algo intrínseco ao ser humano e demonstrou diversas vezes seu valor. Foi ela que motivou a Igreja Católica a criar as universidades na Idade Média. Foi o que levou os protestantes a criar as escolas e os hospitais públicos. A alfabetizar as massas. Até mesmo o método científico foi criado por cristãos por motivações religiosas, pois queriam descobrir na natureza a revelação de Deus, como foi escrito por Paulo: “Porque as Suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o Seu eterno poder, como a Sua divindade, se entendem, e claramente se veem pelas coisas que estão criadas…” (Rm 1:20). A religião também motivou homens como Mahatma Gandhi e Martin Luther King a buscar liberdade, paz e igualdade.

Mas agora vamos fazer algumas comparações singelas. Só a título de exemplo, gostaria de citar a Inquisição. Na Inquisição Espanhola, num intervalo de 400 anos, morreram duas mil pessoas. Na Inquisição Espanhola foram celebradas, entre 1540 e 1700, 44.674 juízos. Os acusados condenados à morte foram apenas 1,8% (804) [1]. Na “inquisição” contra as bruxas de Salém, morreram 20 [2]. Então soma-se umas 824 pessoas, num espaço de centenas de anos. Muita coisa, realmente. Mas e quanto a regimes ateus? Quantos morreram e em quanto tempo? Pol Pot, ditador ateu do Camboja, em apenas quatro anos, eliminou cerca de 2 milhões de pessoas atravez do Khmer Vermelho [3]. Mao Tse-Tung matou cerca 70 milhões [1]. Stálin, 25 milhões [1]. Se de fato unirmos todos esses ditadores (Mao, Pol Pot, Lênin, Stalin, etc.), chegaremos a uma marca de mais de 100 milhões de corpos num espaço de poucas décadas [4]; bem mais do que a inquisição jamais sonhou em fazer, ou que Bin Laden em seus pensamentos mais loucos tenha imaginado.

Quer “imaginar um mundo sem religião”? Que tal imaginar um mundo sem o ateísmo estatal que foi a causa de mais mortes do que qualquer guerra religiosa já causou?

“Ah, mas eles não fizeram isso em nome do ateísmo.” Sério?! Apenas estude um pouco sobre a ideologia desses homens: “A religião é o ópio do povo.” O ateísmo é intrínseco a toda ideologia marxista. O argumento de Marx era de que o governo deveria se livrar da religião para poder estabelecer o “novo homem” e a “nova utopia”, libertos da religião tradicional e da moralidade tradicional. Agora uma perguntinha: “Qual o meio mais fácil de se livrar da religião?” Claro que as massas não irão abandonar suas religiões por causa de um mero pedido do governo, ou por campanhas antirreligião passando na TV, no rádio, etc. Levaria incontáveis séculos até que isso pudesse acontecer, e o mais provável é que não acontecesse. Então, para esses ditadores, a melhor forma era proibir de vez a religião, caçando os religiosos, prendendo-os, torturando-os, e muitas e muitas vezes matando-os. Os ditadores ateus não mataram em nome do ateísmo?! Que tal dizer isso aos norte-coreanos ou aos chineses?

Se quer mesmo eliminar o maior motivo de guerras e massacres que o mundo já viu, então, ao invés de se eliminar a religião, deveria ser eliminada a ideologia marxista ateia.

Você quer “imaginar um mundo sem religião”? Então imagine um mundo sem hospitais, sem a cruz vermelha, sem os médicos sem fronteiras, sem escolas públicas, sem universidades públicas, sem a descoberta do método científico e muito mais. Bem, talvez os ateus pudessem, com o tempo, ter inventado e descoberto tais coisas, mas quanto tempo iria demorar? A religião chegou primeiro nisso tudo. Grandes pais da ciência eram religiosos, como Newton, Mendel, Pascal, Pasteur, Boyle, Hales, Edson e vários outros.

Nietzsche, certa vez, disse que, se nos livrarmos de Deus, teremos que nos livrar das sombras de Deus. Em outras palavras, as ideias que o judaísmo e o cristianismo, por exemplo, trouxeram ao mundo também começarão a ser corroídas.

“Ok, mas e que tal as Cruzadas?” As Cruzadas não chegaram nem perto de matar tantas pessoas num intervalo de quase 200 anos quanto esses regimes ateus mataram em poucas décadas. Ademais, as Cruzadas tiveram motivações religiosas? Sim, tiveram, mas qualquer historiador sério, ou até mesmo qualquer leitor de bons livros (até mesmo didáticos) saberá que as motivações religiosas influenciaram, sobretudo, a primeira Cruzada. Todas as que vieram após aquela foram motivadas, principalmente, por aquisição de novas terras e ampliação do comércio. E os mais interessados nessas novas cruzadas não foram o papa ou os cardeais e demais religiosos da época, mas, sim, os próprios proprietários de terras, ou até mesmo os “sem-terra” da época, os comerciantes e aventureiros em busca de fama e reconhecimento.

Por sorte (ou por azar) não precisamos “imaginar um mundo sem religião”, podemos apenas olhar para países em que o ateísmo era uma bandeira e ver que as atrocidades cometidas neles foram muito piores do que as ocorridas na França!

Dostoievsky disse há muito tempo: “Se Deus não existe, tudo é permitido.” A noção de Dostoievsky é que quando nos livrarmos da transcendência, quando criamos um mundo sem religião, nós autorizamos terríveis calamidades provocadas pelo próprio ser humano. O problema do mal não será eliminado apenas eliminando-se a religião (nem também o ateísmo), pois o mal é algo que acompanha o ser humano. Com ou sem religião, as pessoas são capazes de atrocidades inimagináveis. E creio que só em Cristo é que esse quadro pode mudar.

Não quero justificar os males ocorridos em nome de alguma religião, mas quero denunciar as lágrimas de crocodilo e a hipocrisia de muitos.

Minha oração talvez não traga de volta as vidas perdidas de tantos franceses que sofreram o atentado recentemente, mas minhas orações nem ao menos são direcionadas a isso, mas, sim, às famílias que se veem em estado de choque, desespero e desamparo, para que saibam que há um Deus em quem podem depositar todo seu fardo e alcançar alívio e descanso.

Referências:
1. Reinaldo Azevedo. “E os milhões de mortos pela Santa Inquisição?” Revista Veja, 2012. Disponível em: <http://goo.gl/5SMqGx>
2. “O Julgamento das Bruxas de Salém.” Disponível em: <http://goo.gl/1QVidf>
3. “Há 40 anos o Khmer Vermelho iniciava seu regime de terror no Camboja.” Terra, 2015. Disponível em: <http://goo.gl/Uh4iUZ>
4. Site estima que comunismo matou mais de 100 milhões no mundo. Terra, 2009. Disponível em: <http://goo.gl/Yrb1co>

Fonte: Gabriel Stevenson via Criacionismo.

Diálogo entre o educador materialista e o educador espiritual

Educador materialista (EM): A culpa é da Dilma mesmo!
Educador espiritual (EE): Sério? Pra mim a culpa da Dilma não é maior do que a de cada um…
(EM) Sim, mas quem a colocou no poder foi o Nordeste!
(EE) Por que pra você a culpa mais importante é a do outro?
(EM) Sou realista! Com políticos melhores, o Brasil seria melhor, a vida seria melhor!
(EE) O Brasil e a vida dependem dos políticos pra você. Para mim, o Brasil depende de cada brasileiro e a vida de todos é afetada (e infectada) pela vida de cada um…
(EM) Você é poeta ou é educador? Deixa de ser alienado e cai na real! A corrupção e a impunidade comem soltas e esse é o verdadeiro problema desse país!!
(EM) De fato, sou alienado do seu ponto de vista.
(EH) Pois é! É por causa de educadores alienados que nossos estudantes não se desenvolvem politicamente nem cientificamente!
(EM) Sim, mas graças a Deus ainda existe outra fatia de educadores que oportuniza estudantes pensadores e resistentes!
(EH) Pensadores? Resistentes?
(EE) Vou te explicar: o costume de só enxergar a culpa do outro, por exemplo, vem de filosofias que impregnam a Educação e a Ciência. Raciocine comigo (investigue): se você crê que o ser humano não precisou de um Criador para vir à existência, mas processos aleatórios e milagrosamente fortuitos originaram a vida em nosso planeta, a qual evoluiu através de muita violência e total ausência de moralidade, como essa visão de mundo influencia o pensamento e a ação de quem a possui? Como educar ‘animais evoluídos’ (na verdade adestrá-los)? Negar uma criação sobrenatural com propósito impede qualquer ensino sobre moralidade, altruísmo, cidadania e responsabilidade individual…
(EM) Ei pode parar por aí! Já sei que você é um religioso fundamentalista! Mas, escute uma coisa: eu também creio em Deus; mas a evolução é um fato científico e a coexistência entre Deus e a evolução é perfeitamente compatível! E mais, cogita-se sobre universos paralelos e sobre a origem extraterrestre da vida, você sabia disso ou não??
(EE) Bem, para o “Deus” do Estado Islâmico (e para o “Deus” católico romano) sim, é possível conciliar origem sobrenatural e evolução. Mas, para os cristãos que leem o Gênesis e enxergam um relato literal da origem da vida na Terra em seus dois primeiros capítulos, não é possível mesmo! Ou criação sobrenatural de cada espécie separada, sendo o ser humano dotado de livre arbítrio, com as leis matemáticas (biológicas, físicas e químicas) normatizando a vida e o universo, ou o materialismo que prescinde de Deus e de qualquer lei moral. São filosofias excludentes que geram estilos de vida distintos! E, apesar da mídia carcomida por esse materialismo, há um sem número de evidências arqueológicas, geológicas, matemáticas, físico-químicas e biológicas que demonstram a epistemologia coerente do Gênesis…
(EM) É impossível conversar com você! Você tenta doutrinar cada um que encontra! Vê se me deixa em paz, qual é?! Você acha que vou trocar meus valores nos quais imperam o amor ao próximo e a liberdade de expressão, por uma mente bitolada e regrada por leis preconceituosas e retrógradas?
(EE) Professor, encare a realidade! Seu sistema de valores que impõe o dogma materialista tem formado gerações e… olha o resultado!
(EM) Mentira sua, seu professorzinho preconceituoso! A culpa de tanto preconceito e violência é dos evangélicos homofóbicos e dos religiosos que matam em nome de Deus!
(EE) Ué? A culpa não era da Dilma?
(EM) Sinceramente, já estou perdendo a paciência!
(EE) Mas, você disse que em seus valores o amor e a tolerância imperam, não disse?
(EM) Respeito quem me respeita!
(EE) Lamento que suas crenças lhe impeçam de ver que você e as classes rotuladas por você em sua fala possuem doutrinas comuns: lançar toda a culpa sobre os outros para cauterizar a própria consciência, criando um sistema de justiça que só serve ao seu autor…
(EM) Minha consciência vai muito bem, obrigado! Dou minhas aulas com dedicação, trabalho em n escolas para poder ter um salário razoável que me permite ter alguma dignidade. E não tenho tempo para ficar ouvindo papo religioso desatualizado cujo objetivo é castrar a liberdade alheia. Cada um tem suas crenças e suas verdades, e não é papel do educador interferir nelas! Seja feliz, professor, e faça os outros felizes! Vê se deixa de impor sua maneira de pensar!!
(EE) Você acha que um bom profissional da medicina, por exemplo, exerce sua função na sociedade sob essa sua perspectiva? Você acha mesmo que um paciente cuja saúde está mal por causa de sua desobediência à Biologia normativa que recebemos do Criador, deve ser afagado por seu médico? Professor, fazer de conta que não é sua responsabilidade ensinar moralidade é uma ditadura com implicações sociais terríveis! Por outro lado, ensinar moralidade é outra ditadura quando o docente fala, mas não faz! No entanto, e se o docente ensinar por meio de seu próprio estilo de vida? Isso não é ditadura, mas combate aguerrido contra o relativismo moral, oportunizando ao educando comparações importantes e alternativas opostas…
(EM) Você acha pouco o trabalho de um educador? Você trabalha em quantas escolas? Deixa de ser fantoche dos governantes, professor, abre teus olhos! Deixa de ser capacho dos que não fazem nada pela Educação e atolam o docente de responsabilidades sociais!!
(EE) Mas você mesmo disse que ama o próximo e a liberdade de expressão! Como dar liberdade a um estudante se você só oferece alternativas materialistas através de um estilo de vida hedonista? Que amor é esse? Aliás, como o amor veio à existência no contexto da evolução? Insight de Marte? Meu caro professor, viver desobedecendo às leis da saúde, da Biologia e da moral é tão catastrófico como desobedecer às leis da Física e da Química! Que papelão científico e político é esse do materialismo, o qual ensina a obediência às leis matemáticas e impõe a desobediência às leis da saúde, da Biologia e da moral? Isso é ativismo em prol da analfabetização político-científica! Isso destrói famílias, comunidades, nações e o mundo…
(EM) Como você pode ser tão regrado num mundo onde as próprias autoridades transgridem as leis? Você se acha melhor do que os demais, esse é o seu problema! Deixa de inventar moda de santinho e cai na real! Os estudantes não precisam de modelos de ética e religião na escola, pois a escola pública é laica. Eles precisam conhecer a realidade dura e crua! Eles têm que estudar e ponto final! E deixa de ser homofóbico com seu discurso sobre Biologia normativa; isso dá processo viu?!
(EE) Difamar e fofocar são costumes que podem não ficar na impunidade, professor, cuidado! Cobramos de nossos alunos, exigimos deles o melhor que podem dar, falamos sobre tempo de estudo em casa e da concorrência por vagas lá fora, mas quando o tema é cobrar competências morais e científicas do docente você pula fora? Como assim? Cada profissão exige competências mínimas de seu profissional. Para o docente isso não deve ocorrer? Você prefere nivelar por baixo? Você usa o argumento falacioso de que estou puxando para um diálogo religioso, só para ignorar a completa incompetência do materialismo em formar cidadãos e cidadãs pacíficos, competentes, honestos e ordeiros?! Diga-me como ensinar honestidade e ordem, por exemplo, por meio da sabotadora hipótese do caos evolutivo? Diga-me como ensinar um ser humano a amar, sem ensiná-lo a obedecer às leis?
(EM) Você quer colocar palavras na minha boca, mas não vou permitir isto! Para vivermos em sociedade se faz necessário a legislação de regras para definir direitos e deveres civis. Não sou um transgressor como você insinua! Sou um trabalhador da Educação com muito amor e dedicação! O problema é que você mistura sua religião bíblica com a Educação, e isso é doutrinamento religioso! Em algum momento do passado o homem começou a amar, percebeu que a violência impedia a convivência e começou a construir um sistema de valores. É simples assim. Não venha complicar com a ditadura da moral religiosa, pois isto é crime. Todos somos diferentes e devemos ser respeitados. Não se deve obrigar a alguém a pensar e agir de acordo com nossa cultura individual, mas sim pensar na coletividade e sua multiculturalidade e pluralidade. Deus é bom e quer o coração e a sinceridade de cada um! Mas a religião quer o dinheiro das pessoas, quer o monopólio de suas vidas, quer a liberdade que evoluiu com a humanidade!
(EE) Pois é, professor, com uma fundamentação teórica tão contraditória e movediça, é impossível ter valores absolutos, sólidos e responsáveis; a própria manutenção da vida e convivência entre as criaturas torna-se impossível! É mais fácil culpar outros. Contudo, isso não resolve o problema. Ou fomos criados com responsabilidades morais e obedecemos às leis biológicas, físicas e químicas sob as quais convivemos, ou mais vidas serão contaminadas por uma educação materialista tão paradoxal, egoísta, conveniente, virulenta e naturalmente violenta! O resultado, bem, ninguém pode fugir da realidade, certo? Podemos fugir de Deus, podemos fugir para “um universo paralelo” filosófico, podemos interpretar a realidade como achamos melhor para nosso bolso e nossa dignidade, etc. Mas, pular fora da realidade, as leis matemáticas criadas por Deus impedem que isso seja possível. Nem mesmo a morte é uma fuga da realidade, pois, se houve criação, então haverá ressurreição, e também ali haverá uma realidade repleta de responsabilidades morais das quais também não poderemos fugir! O barco está afundando. Não tem conserto. Os efeitos do problema da vida na Terra (corrupção, violência, abuso, injustiça, sofrimento, dor) causados em grande medida pela educação materialista, estão chegando ao seu clímax e é maior do que nossa ciência, tecnologia e filosofias educacionais materialistas. Nada aqui da Terra resolve nosso problema. Mas, existe salvação. A questão fundamental é: quem se disporá a reconhecer o fracasso de suas filosofias materialistas com seus ganhos (e desculpas) efêmeros, abrindo mão desse peso, e escapará do iminente naufrágio último (causado pelas próprias escolhas individuais da humanidade e pela Justiça não humana), permitindo a salvação de sua vida e a de outros? Ou você acha que dará tempo fugir para Marte?

P.S. Calculando o óbvio: a maior parte dos educadores materialistas ou são religiosos-ateus ou são ateus-religiosos! Eu explico: religiosos-ateus são os que professam ter compromisso com Deus, mas seu estilo de vida não difere dos ateus. Ateus-religiosos são os ativistas em prol de sua causa sem causa, isto é, os que lutam para disseminar o irracionalismo do nada que criou tudo. 

(Hendrickson Rogers) 

Por que a Medicina ignora a teoria da evolução?

Ao mesmo tempo em que a Medicina avançou muito no século 20, ela também cometeu atrocidades ao abraçar o dogmatismo evolucionista. Milhares de pacientes “tratados” com os princípios médicos darwinianos sofreram desnecessariamente, experimentando confusão, cirurgias dolorosas e desumanas e até mesmo a morte. Um dos exemplos e o mais notório dentre eles foi a defesa médica da promoção e prática de eugenia.


A eugenia surgiu de uma missão em melhorar a composição genética geral da raça humana por meio de experiências científicas, onde os médicos eugenistas selecionavam e produziam biologicamente pessoas “superiores” ao forçar a eliminação de “defeitos” genéticos por esterilização, aborto ou eutanásia de pessoas “inferiores”. Essa prática foi devida à medicina darwiniana [1]. Muitas vidas foram destruídas durante a primeira manifestação em grande escala a partir da crença de Charles Darwin de que “as raças civilizadas do homem quase certamente exterminaria e substituiria as raças selvagens em todo o mundo” [2: p.241-242].


Os métodos eugenistas utilizados ganharam destaques científicos e serviram como um protótipo para a introdução de ideias evolucionistas na medicina [3]. Foram criadas revistas científicas, tais como os Annals of Eugenics e Eugenics Quarterly desde fóruns de discussão intelectual com revisão por pares. As principais revistas de ciência da época também promoveram a eugenia. Aos defensores da medicina darwiniana foram dadas altas honras acadêmicas, enquanto os dissidentes foram marginalizados.


Essas ações deram à eugenia uma aparência de respeitabilidade científica, seguida de aceitabilidade médica. Qual foi o resultado? Somente nos Estados Unidos, mais de 70.000 vítimas foram esterilizadas, incluindo 8.000 procedimentos em Lynchburg, Virginia [4]. Em muitos outros países, como o genocídio dos Hereros (povo que habita a Namíbia) e mais notoriamente na Alemanha, milhares de incontáveis sofreram os horrores da eugenia [5, 6].


Portanto, a Medicina darwiniana esteve diretamente à serviço do nazismo, e muitos cientistas médicos seguiram Hitler sem resistência [7, 8]. Mas por que a evolução está ausente nos pensamentos e práticas dos médicos modernos? A literatura relata que “quando os horrores nazistas foram divulgados no final da II Guerra Mundial, as publicações científicas sobre evolução e medicina cessaram de repente” [9: p.1801].


E o que dizer do conceito de órgãos vestigiais? Por causa do livro The Descent of Man de Darwin e da subsequente medicina darwiniana, que considerou órgãos perfeitamente saudáveis como rudimentares e inúteis, a Ciência estagnou e/ou regrediu durante décadas [3]. Milhares de órgãos foram extirpados “profilaticamente”! Muitos desses órgãos, discutidos nos capítulos anteriores, somente hoje suas funções são reconhecidas cientificamente.


Entretanto, ignorando o histórico médico darwiniano, alguns cientistas neodarwinistas ainda hoje alegam que a Medicina seria “impossível” sem uma profunda crença na teoria da evolução [10, 11]. Aliás, é visível o desespero da comunidade científica representada principalmente por biólogos evolucionistas na tentativa de trazer a Medicina de volta para o seu lado, e até mesmo em discipliná-la rigorosamente na forma como devem aprender, quando devem aprender e como devem aprender [9, 10].


Biólogos neodarwinistas defendem a introdução de uma nova disciplina no curso de Medicina: medicina darwiniana [9, 10]. Eles oferecem garantias de que a aplicação de princípios evolutivos para o cenário atual da saúde pública não deve ser temido, porque, eles escrevem, “novas abordagens evolutivas para a medicina são quase inteiramente desconectadas com esses movimentos anteriores” [9: p.1801]. Dois proponentes do neodarwinismo, George Williams da Universidade Estadual de Stony Brook, e Randolf Nesse da Universidade de Michigan, afirmam:


Biologia Evolutiva […] não tem sido enfatizada nos currículos médicos. Isso é lamentável, porque novas aplicações de princípios evolutivos para problemas médicos mostram que os avanços seriam ainda mais rápidos se os profissionais médicos estivessem tão sintonizados com Darwin como têm sido para Pasteur [12: p.2].


No entanto, é provável que os autores desconheçam o fato de que as contribuições de Louis Pasteur para a medicina foram completamente independentes de hipóteses evolutivas [3]. Ele dirigiu a investigação em áreas que têm inegavelmente salvado milhões de vidas ao contrário das explicações insignificantes da abordagem darwinista. Outro exemplo é o de Paul Sherman, biólogo evolucionista da Universidade de Cornell, o qual analisa se os sintomas são “adaptações úteis” ou verdadeiras patologias. Ele refere que:


“[…] uma febre ligeira […] é muitas vezes a resposta natural do organismo à infecção. Estudos mostram que uma febre leve induz a um tempo de recuperação mais rápido. […] Com este conhecimento, […] um médico pode sugerir que uma febre leve pode ser vencida [sozinha] como a cura mais facilitada para uma doença. […] [Sherman] observou que a abordagem da medicina darwiniana é um acréscimo à caixa de ferramentas do médico para oferecer uma ampla gama de tratamentos, incluindo aconselhamento de um paciente em alguns casos, para ajudar o [próprio] sistema evoluído do corpo a fazer a cura” [13].


As teorias darwinianas “inovadoras” sobre a doença incluem: 1) o daltonismo ligado ao X evoluiu para ajudar os caçadores masculinos paleolíticos a enxergar camuflagem; 2) a coceira associada a picadas de insetos evoluiu para que as pessoas evitassem ser mordidas; 3) a miopia pode ser resultado de uma interação entre genes e de uma característica do trabalho próxima de sociedades alfabetizadas; 4) salivação, lacrimejamento, tosse, espirros, vômitos (particularmente “doença matutina”), e diarreia evoluíram para expulsar substâncias nocivas e agentes microbiológicos; e 5) repugnância natural dos seres humanos para com lixo, fezes, vômito, e purulência é uma defesa evoluída contra o contágio [14, 15].


Como pode ser visto a medicina darwiniana não acrescenta nada à caixa de ferramentas do médico. Por exemplo, o único aspecto darwiniano para a interpretação de Sherman acerca da interação febre-infecção observada é a suposição inexplicável de que a febre é uma resposta evoluída [3]. Tais explicações falham diante dos padrões científicos aceitos, visto que não podem ser testadas. Mesmo aquelas observações benéficas putativas da seleção natural, tais como a resistência bacteriana aos antibióticos, a vantagem heterozigota da doença falciforme na resistência à malária e a deficiência da enzima G6PD que causa anemia hemolítica, mas também oferece proteção contra a malária, não são baseadas em medicina darwiniana, mas foram observadas através das ciências básicas relevantes de microbiologia e genética molecular.


É também importante notar que nenhuma das explicações darwinianas integra (muito menos são baseadas em ensaios) de filogenia ou desenvolvimento evolutivo físico real do próprio organismo [3]. Hipóteses evolucionistas sobre a fisiologia humana são notoriamente difíceis de investigar, dado longos períodos de geração dos seres humanos [16]. Essa falha, juntamente com necessidades acrescidas de ensinar uma nova pesquisa médica se dá, possivelmente, porque a medicina evolutiva foi deixada de fora dos currículos de cada escola médica americana [3]. “Adicione a isso o fato de que o campo não conseguiu até agora fornecer resultados clinicamente úteis e você verá por que as escolas de medicina não têm interesse”, admitiu o proponente da medicina evolutiva Stephen Lewis [16].


Mas não se engane! Stephen Lewis não é o único a admitir a falta de utilidade da teoria que ele próprio defende. O biólogo neodarwinista Jerry Coyne também afirmou na revista Nature:


“Verdade seja dita, a [teoria da] evolução não tem produzido muitos benefícios práticos ou comerciais. Sim, a bactéria evolui resistência aos medicamentos, e sim, nós devemos tomar medidas defensivas, mas além disso não há muito o que dizer. A [teoria da] evolução não pode nos ajudar a predizer quais novas vacinas a fabricar porque os micróbios evoluem de modo imprevisível. Mas a [teoria da] evolução não ajudou a guiar o melhoramento do cruzamento animal e de plantas? Não muito. A maioria do melhoramento do cruzamento de plantas e animais ocorreu muito antes de nós sabermos qualquer coisa sobre a [teoria da] evolução, e isso veio pelas pessoas que seguiram o princípio genético de que “os semelhantes geram semelhantes”. Mesmo hoje, como seus praticantes admitem, o campo da genética quantitativa tem sido de pouco valor em ajudar a melhorar as variedades. Os avanços futuros quase que certamente virão dos transgênicos, que não são de jeito nenhum baseados na [teoria da] evolução” [17: p.984].


No entanto, até mesmo a resistência bacteriana ao antibiótico a qual Coyne se refere não tem nada a ver com a macroevolução. Na verdade, a suposição de que as características de resistência têm realmente evoluído em patógenos é errônea [18]. A resistência aos antibióticos envolve a seleção natural e o embaralhamento genético de genes que a bactéria já possui. É por isso que a resistência aos antibióticos em uma população de bactérias pode desenvolver-se rapidamente, sem a necessidade de milhões de anos. Além do mais, bactérias que exibem um crescimento mais rápido e um aumento na capacidade competitiva das cepas (metabolização de citrato na ausência de oxigênio ou resistência a antibióticos, por exemplo), também apresentam custo de fitness, ou seja, perda de informação genética devido à ocorrência de acúmulo de mutações deletérias, o que resulta em diminuição de seus genomas [19, 20].


Entretanto sabemos que, contra fatos, não há argumento. Sendo assim, em 2007, uma pesquisa norte-americana realizada pelo Seminário Teológico Judaico, em âmbito nacional, analisou 1.472 médicos e descobriu que 38% deles acreditam que os seres humanos evoluíram naturalmente, sem envolvimento sobrenatural. Por outro lado, do total de entrevistados, 34% acham que uma inteligência superior desempenhou um papel na origem dos seres humanos [44]. Essa é uma parte muito significativa dos médicos que apoiam o design inteligente. Além disso, metade dos médicos pesquisados acredita que as escolas deveriam ser autorizadas, mas não obrigadas, a ensinar a teoria do design inteligente (TDI).


Diante desses resultados, alguns neodarwinistas se adiantaram em argumentar que médicos não são cientistas. Para David Gorski, cirurgião e pesquisador da Universidade Estadual de Wayne, por exemplo, “a maioria dos médicos não são cientistas. Isso não é uma crítica negativa, mas eles são mais parecidos com os engenheiros” [45]. Será mesmo? Como vimos anteriormente [arquivo 1 e 2], cientistas médicos fizeram parte dos principais avanços da “História da ciência médica”, e olha que nessa compilação nem mesmo de longe se encontram os principais contribuintes. Para conhecer mais cientistas que fizeram a diferença nas ciências médicas, sem, no entanto, se utilizar dos princípios evolutivos, eu sugiro a leitura do livro de Henry Morris, intitulado Men of Science, Men of God: Great Scientists Who Believed the Bible.


Percebemos em sua fala que, Gorski tenta justificar sua afirmação com uma tentativa de compensação comparando médicos a engenheiros. Mas consideremos sua afirmação por um breve momento. Para os proponentes do design inteligente, exercer uma rotina diária e estafante é algo que os biólogos evolucionistas nunca o fazem [46]. A responsabilidade do médico ou do engenheiro é manter, desenvolver ou construir sistemas complexos, mesmo a partir do zero, sistemas estes que devem operar de forma contínua, sem falha. Se o sistema falhar, então o médico ou o engenheiro fracassou em seu trabalho. Nesse sentido, os resultados de uma falha podem ser fatais − para o paciente na mesa de operações ou para o passageiro do avião, por exemplo.


Para Michael Egnor, neurocirurgião do departamento de Pediatria da Universidade Stony Brook e proponente do design inteligente, “se você precisou de tratamento para um tumor no cérebro, sua equipe médica iria incluir um físico (que projetou a ressonância magnética que diagnosticou o tumor), um químico e um farmacologista (que fez o medicamento para tratá-lo), um engenheiro e um anestesista (que projetou e usou a máquina que lhe dar anestesia), um neurocirurgião (que fez a cirurgia para remover seu tumor), um patologista (que estudou o tumor sob um microscópio e determinou que tipo de tumor era), e as enfermeiras e oncologistas (que cuidaram de você para que se recuperasse e garantisse que o tumor não voltaria). Não haveria biólogos evolutivos em sua equipe” [47].


Portanto, em um ponto os neodarwinistas estão certos: os médicos não precisam da teoria da evolução. Segundo o Pacific Standard, “embora os médicos usem muitos insights da Biologia, muitos realmente não precisam entender ou acreditar na evolução corretamente para fazer seus trabalhos” [45]. Para Gilbert Omenn, médico e pesquisador da Universidade de Michigan, “cuidados médicos de rotina não requer um monte de pensar sobre a biologia subjacente ou evolução”. Ele acrescenta que: “o porquê e até mesmo a forma como [se dá tal processo] não é essencial se você tem [um bom conjunto] de evidências publicadas de algo que funciona e você já viu isso funcionar em alguns de seus pacientes, então, é suficiente para tentar ajudar o seu paciente no melhor que puder”.


Como podemos perceber neste capítulo, está claro que a medicina darwiniana é uma farsa! Nenhum prêmio Nobel de medicina já foi concedido para o trabalho na biologia evolutiva. Por muito tempo ela se ergueu sobre os ombros de verdadeiros pesquisadores, se apropriou dos principais insights médicos, e, em seguida, os afirmou como sendo seus, enquanto desviava grandes quantidades de dinheiro para longe da boa e significativa pesquisa médica [3]. O legado das ideias de Darwin para a medicina é irrelevante e desastroso.


Além do desperdício de tempo, talento e recursos da comunidade médica, o legado mais duradouro de Darwin para esse campo é, e sempre será, o sofrimento de milhares incontáveis de pessoas a quem a medicina foi originalmente concebida para curar. Que a Medicina, como a conhecemos hoje, permaneça fiel à ciência empírica, distante dos caminhos escuros os quais passou sob o domínio do dogmatismo evolucionista!


REFERÊNCIAS


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