O herói do relativismo moral desaprova o relativismo!

Em um mundo que se originou ao acaso, onde, no início, havia apenas matéria morta, e onde forças físicas juntaram esta matéria ao acaso de um modo tão particular que agora ela move-se ao redor de si mesma, os conceitos de “certo” e “errado” são ficções sem sentido.
É claro, deve haver uma forma objetiva de viver para esta coleção de moléculas que chamamos “humanos” que os possibilite viver mais ou  maximizarem seus sentimentos prazerosos, mas certamente não existe a obrigação de fazê-lo (viver mais tempo ou ter sentimentos de prazer não são coisas que devem ser feitas; elas são meras possibilidades). Obrigação requer um Doador Pessoal de Regras a quem estamos moralmente obrigados, que nos responsabilizará por essa obrigação. Sem obrigação, sem um padrão objetivo mais elevado para como as coisas deveriam ser, sem uma mente acima e perante nós, não há propriamente um “certo” e um “errado”. Há meramente coisas que você escolhe fazer ou não, de acordo com a sua preferência.
Nesse mundo, quem é você para julgar as preferências dos outros?
Se alguém começa com o materialismo ateísta, relativismo é a conclusão lógica. E ainda assim, constatamos que esse relativismo não corresponde com o que apreendemos ser verdade sobre aspectos morais da realidade. Do livro de Greg sobre relativismo:
“Dado um padrão particular de moralidade, a pessoa mais moral é aquela que pratica consistentemente a regra moral principal de um sistema específico… A qualidade do herói moral – aquele que vive o mais próximo do ideal – indica a qualidade moral do sistema.
Que tipo de campeão moral o relativismo individual produz? O que é o melhor que o relativismo tem a oferecer? Como chamamos aqueles que mais perfeitamente aplicam os princípios do relativismo, não se importando com as ideias dos outros de certo ou errado, aqueles que não são movidos pelas noções dos outros de padrões éticos e ao contrário, consistentemente segue a batida da sua própria bateria moral?
Em nossa sociedade, temos um nome para essas pessoas, elas são o pior pesadelo de um investigador de homicídios. A excelência relativista é o sociopata, alguém sem consciência. Isso é o que o relativismo produz.
Algo está terrivelmente errado com um alegado ponto de vista moral que produz um sociopata como sua estrela mais brilhante.”
Se não há nenhum vínculo moral mais elevado do que o indivíduo, então até mesmo o sociopata é moral. E colocar o padrão na sociedade ao invés de no indivíduo, não o tira dessa confusão. Se não há nenhum comprometimento moral mais elevado do que a sociedade, – se o padrão moral é a comunidade – então, até mesmo a Alemanha Nazista foi moral. Pelo menos, aqueles que concordaram com os nazistas eram morais. Qualquer alemão que os resistisse estava sendo imoral. E quem é você (ou qualquer outro país) para dizer que a Alemanha estava errada?
O Relativismo é uma confusão, não importa a maneira como você olha para ele. Qualquer visão de mundo que não tem a capacidade de explicar o que sabemos ser verdade – de que existem fatos morais objetivos, independentemente se um indivíduo ou uma sociedade inteira os rejeita – é devastadoramente deficiente.

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Viés evolucionista inconsciente num artigo sobre viés inconsciente (Super útil, mas super enviesado!)

(clique nas imagens para ampliá-las!)

[Meus comentários flagrarão os enviesamentos dentro de colchetes, viu?!] Nós não conseguimos evitar de formar suposições rápidas sobre outras pessoas. Quem é poderoso ou fraco? Quem é carinhoso ou agressivo? Quem é confiável e quem é competente? Isso é chamado de preconceito (ou viés) inconsciente e o quadrinho acima mostra como ele funciona na prática.
À primeira vista, a história pode parecer confusa porque nós (erroneamente) assumimos que o cirurgião é o pai – que agora está morto -, quando, na verdade, a médica é a mãe do menino. Isto é preconceito, e muitas vezes é errado, mas não precisamos nos sentir tão culpados assim por isso.
Conforme explica a professora de Desenvolvimento Cognitivo da University College London e presidenta do Comitê de Diversidade da Sociedade Real, Uta Frith, em um artigo publicado no site da BBC, essas premissas vêm da parte antiga, inconsciente de nossa mente. As decisões são manipuladas antes mesmo de serem feitas e, querendo ou não, a parte inconsciente de nossa mente nos deixou em uma boa posição ao longo de milhões de anos de evolução [opss… um exemplo prático de enviesamento inconsciente e/ou doutrinamento! Veja, a hipótese NUNCA confirmada da macroevolução das espécies é simplesmente inferida aqui presunçosamente como se fosse fato! A maneira científica e eticamente correta seria inserir o olhar evolucionista com expressões como “talvez a evolução tenha deixado a parte inconsciente de nossa mente…” ou “de acordo com a teoria evolucionista…”. Veja contrapartidas sólidas às inferências dogmáticas dos evolucionistas na teoria do Design Inteligente e na teoria Criacionista (é só clicar!)].
Elas nos permitem decidir em uma fração de segundo quem é amigo ou inimigo, simplesmente avaliando se outra pessoa parece conosco, e nos incitam a preferir o familiar e temer o desconhecido. O problema é que nossos amigos e inimigos já não são os mesmos dos nossos ancestrais remotos [os quais  podem sim ter sido sempre humanos, de acordo vários pesquisadores evolucionistas, confira: artigo 1, artigo 2 e artigo 3.].

Falhas do pensamento

Nós categorizamos automaticamente as pessoas com base em sua aparência ou seu gênero como pertencentes ao nosso grupo. Se elas são do nosso grupo, ficamos felizes em estar ao seu lado e contamos com o apoio delas.
“O gênero é um atalho para ajudar-nos a adivinhar se alguém é forte ou fraco, agressivo ou carinhoso”, aponta Frith. “Nossa mente inconsciente toca um alarme se alguém é diferente de nós ou desconhecido, mas a maioria dos antigos sinais de perigo já são ultrapassados hoje em dia. Em nosso mundo social moderno, queremos criar igualdade e justiça. Nós aprendemos os valores da democracia e da justiça. Nós aprendemos que nos beneficiamos mais da cooperação do que do conflito”.
Além disso, ao longo da evolução [para os adeptos dessa crença…] nós descobrimos que, na política, ​​alianças improváveis entre inimigos podem funcionar, e que pessoas excêntricas podem fazer descobertas incríveis. E, claro, nós aprendemos que os homens podem ser carinhosos e que as mulheres podem ser agressivas.
Ainda assim, no fundo, sentimos que estes exemplos parecem ir contra a corrente. “Isto são os nossos antigos estereótipos inconscientes chacoalhando suas gaiolas”, diz a pesquisadora. E o que devemos fazer quanto a isso? “Deixe-os chacoalhando. Temos percebido que o preconceito em negociações políticas só conduz a um impasse e que excluir excêntricos da ciência seria uma séria desvantagem. Sabemos agora que uma diversidade de pontos de vista nos ajuda a evitar ficarmos presos em uma rotina antiga”.

Decisões conscientes

Levando em conta que sabemos de tudo isso, chega a hora da nossa mente consciente ter de se afirmar. Ela não pode expulsar a parte inconsciente, mas pode estar ciente de sua obstinação e pode substituí-la na tomada de decisões. Assim, podemos questionar até mesmo os estereótipos que parecem verdadeiros, naturais e inofensivos.
A professora dá um exemplo deste tipo de situação: a maioria de nós mantém o preconceito inconsciente de que as mulheres são mais agradáveis, mais passíveis de ajudar e mais inclinadas a cuidar dos outros. Os homens, por outro lado, são estereotipados como agressivos, competitivos e menos inclinados a cuidar dos outros.
Ok, as mulheres supostamente são seres mais agradáveis. Por que devemos superar esse preconceito? “Aqui está o porquê. Uma mãe teve uma noite sem dormir porque ficou acordada cuidando de seu bebê inquieto. Na manhã seguinte, recebe visitas em casa e seu marido vai trocar a fralda do bebê. Os visitantes elogiam o marido, dizendo que ele está fazendo algo excepcional, ou que ele é bom e carinhoso. A mulher não é elogiada porque ela é vista como alguém que está apenas cumprindo seu dever”.
Outro exemplo frequentemente citado é o de que quando uma mulher é assertiva e defende seus argumentos em algum tipo de reunião, a maioria das outras pessoas a considera agressiva. Porém, se um homem agir da mesma maneira e usar os mesmos argumentos, ele teria sido considerado simplesmente claro e direto. “Assim, o estereótipo de gentileza é uma maneira de manter as mulheres em um lugar inferior na hierarquia, de modo que elas achem que é mais difícil de competir com os homens”, explica Frith.
E como podemos vencer o preconceito inconsciente? “Nós podemos diminuir a velocidade das nossas decisões e questionar as nossas primeiras reações. Podemos monitorar e desafiar uns aos outros porque vemos o preconceito mais facilmente nos outros do que em nós mesmos”.
Não devemos culpar uns aos outros por termos este tipo de impulso, já que é apenas humano ter preconceitos inconscientes. A boa notícia é que temos a escolha de sair desta armadilha e isso começa a acontecer quando nos dispomos a reconhecer que ela existe. 
Fonte: BBC via Hypescience.

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Matemáticos e a Evolução

A matemática é uma área da academia em que o ceticismo científico do neodarwinismo pode sobreviver ao atual clima político! O Discovery Institute recebeu um e-mail de alguém comentando a lista dos dissidentes de Darwin (Scientific Dissent from Darwin List), na qual mais de 600 cientistas PhD de várias áreas concordam que são “céticos quanto à afirmação de que mudanças aleatórias e a seleção natural poderiam explicar a complexidade da vida”. O autor do e-mail, cético do ceticismo-evolucionista, escreve: “Eu sou um matemático e certamente NÃO estou qualificado para assinar tal lista. Apenas biólogos evolucionistas estão qualificados para dar respostas.” Uma vez que a lista dos dissidentes de Darwin contém indivíduos formados em biologia evolucionária, a questão é: “A objeção do autor do e-mail é válida?”
A verdade é que a matemática tem uma forte tradição em fazer críticas convincentes da biologia evolucionária. Afinal de contas, a teoria de Darwin da evolução através da seleção natural é fundamentalmente baseada em um algoritmo que usa um processo matemático de tentativa e erro para tentar produzir complexidade. A genética de populações é repleta de matemática. De fato, uma das críticas sobre os alegados fósseis transicionais de baleias é que eles representariam mudanças evolutivas em uma escala de tempo muito rápida para ser matematicamente factível. Ao que parece, não há boas razões para que formados em matemática não possam comentar sobre a habilidade do processo de seleção-mutação neodarwiniano em gerar a complexidade da vida.
NPG P1207; Sir Peter Brian Medawar by Bernard Lee ('Bern') Schwartz
Sir Peter Medawar
Um dos mais conhecidos debates matemáticos sobre evolução ocorreu no Simpósio Wistar (Wistar Symposium), em 1966, na Filadélfia, em que matemáticos e outros cientistas de áreas afins congregaram para avaliar se a teoria neodarwiniana é matematicamente viável. A conferência foi presidida pelo ganhador do prêmio Nobel, Sir Peter Medawar. O consenso geral de muitos participantes da reunião foi de que o neodarwinismo simplesmente é matematicamente insustentável.
Os registros daquela conferência,Mathematical Challenges to the Neo-Darwinian Interpretation of Evolution(“Desafios Matemáticos à Interpretação Neo-darwiniana da Evolução”, Wistar Institute Press, 1966, No. 5), reportam vários desafios à evolução, apresentados por respeitados matemáticos e outros acadêmicos da conferência. Por exemplo, o presidente da conferência Sir Peter Medawar afirma logo no início:




“A causa imediata para esta conferência é o senso difundido de insatisfação com relação ao que tem sido aceito como teoria evolucionária no mundo de língua-inglesa, a chamada Teoria Neodarwiniana… Há objeções feitas por colegas cientistas que sentem que, na teoria atual, algo está faltando… Estas objeções à teoria neodarwiniana atual são muito amplamente difundidas entre os biólogos em geral; e não devemos, penso eu, solucioná-las. O simples fato de realizarmos esta conferência é evidência de que não iremos solucioná-las.” (Sir Peter Medawar, “Remarks by the Chairman”, in Mathematical Challenges to the Neo-Darwinian Interpretation of Evolution, Wistar Institute Press, 1966, No. 5, pg. xi, emphasis in original)
Vários cientistas, dentre eles alguns matemáticos, comentaram sobre alguns problemas com o neodarwinismo:
“Uma maneira alternativa de olhar para o genótipo é como um algoritmo gerador, ao invés de um diagrama; uma receita para produzir um organismo vivo do tipo certo no ambiente adequado para seu desenvolvimento é um exemplo. Assumindo esta hipótese, o algoritmo deve ser escrito em alguma linguagem abstrata. A biologia molecular pode nos ter fornecido o alfabeto desta linguagem, mas é um longo trajeto do alfabeto até à compreensão do idioma. Não obstante, uma linguagem tem regras, e estas são as maiores restrições num conjunto de mensagens possíveis. Nenhuma linguagem formal existente pode tolerar mudanças aleatórias nas sequências de símbolos que expressam as sentenças. Seu significado é quase que invariavelmente destruído. Quaisquer mudanças devem seguir leis sintáticas. Eu poderia conjecturar que o que alguém pode chamar de “gramática genética” tem uma explicação determinística e não deve sua estabilidade à pressão da seleção atuando em variações aleatórias”. (Murray Eden, “Inadequacies as a Scientific Theory”, in Mathematical Challenges to the Neo-Darwinian Interpretation of Evolution, Wistar Institute Press, 1966, No. 5, pg. 11)
“Requerer-se-iam milhares, talvez milhões, de mutações sucessivas para produzir até mesmo a mais simples complexidade que observamos na vida hoje. Parece que, ingenuamente, não importa o quão grande seja a probabilidade de uma única mutação, ainda que fosse tão grande quanto à metade, ter-se-ia esta probabilidade elevada à milionésima potência, o que é tão próximo a zero que as chances do processo ocorrer parecem ser inexistentes.” (Stanislaw M. Ulam, “How to Formulate Mathematically Problems of Rate of Evolution”, in Mathematical Challenges to the Neo-Darwinian Interpretation of Evolution, Wistar Institute Press, 1966, No. 5, pg. 21)
“Não conhecemos qualquer princípio geral que explique como unir o diagrama visto por objetos tipográficos e as coisas que eles supostamente controlam. O único exemplo que temos para uma situação similar (fora da evolução da vida) é a tarefa de profissionais de inteligência artificial em criar sistemas adaptáveis. Sua experiência converge com a maioria dos observadores: sem uma programação prévia, nada de interessante pode ocorrer. Assim, para concluir, acreditamos que há uma falha (gap) considerável na teoria neodarwiniana da evolução, e que este gap não pode ser solucionado com a atual concepção de biologia.” (Marcel Schutzenberger, “Algorithms and Neo-Darwinian Theory”, in Mathematical Challenges to the Neo-Darwinian Interpretation of Evolution, Wistar Institute Press, 1966, No. 5, pg. 75)
Estes são fortes argumentos de acadêmicos qualificados para avaliar a habilidade matemática de processos aleatórios/seletivos para produzir complexidade. Enquanto biólogos evolucionistas e outros tipos de biólogos podem produzir vários insights em biologia evolucionária, cientistas de outras áreas, não biólogos, bem como matemáticos, estão certamente qualificados para comentar sobre a falseabilidade da evolução neodarwiniana.

Nota do blog Engenharia Filosófica: O matemático Granville Sewell, da Universidade do Texas, El Paso, aponta em um de seus artigos: “Conheço muitos matemáticos, físicos e cientistas da computação que, como eu, estão atônitos por a explanação de Darwin para o desenvolvimento da vida ser tão aceita nas ciências biológicas” (“A Mathematician’s View of Evolution”, The Mathematical Intelligencer, Vol 22 (4) (2000)). O motivo para a “cegueira” dos biólogos evolucionistas, apesar das evidências de outros campos da ciência, foi muito bem resumida pelo jornalista Michelson Borges, ao comentar sobre o Simpósio Wistar, de 1966, no debate entre matemáticos e darwinistas sobre  a probabilidade do olho ter evoluído por meio da acumulação de pequenas mutações: “Ou seja: a evolução é um fato;  o olho está aqui; então, independentemente do que digam os matemáticos, o olho evoluiu. Ponto final” (A História da Vida, p. 46).

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Qual é mesmo o mecanismo da Teoria do Design Inteligente?

Dr. Ann Gauger: o mesmo pesquisado por Newton e Einstein!
Lendo outro dia sobre o questionamento que sempre vem à baila quando a teoria do Design Inteligente [TDI] é discutida, verifiquei que é esta: Qual é o mecanismo da TDI? Os teóricos e defensores da TDI geralmente respondem: “Nós não propomos um mecanismo (uma causa estritamente ou necessariamente materialista) para a origem da informação biológica. Todavia, o que nós propomos é uma causa inteligente ou mental.” A Dra. Ann Gauger tem uma resposta interessante para as exigências de mecanismo cobrada pelos críticos e oponentes da TDI: “A exigência de uma causa material, de um mecanismo, pode levar à conclusão esdrúxula de que a lei da gravidade de Isaac Newton não é científica porque ele se recusou famosamente a fornecer uma explanação mecanística para a ação [da gravidade] a uma distância. Do mesmo modo a equação de Einstein, a E=mc2, não tem mecanismo. Mas essas leis são, certamente, científicas.”

Fui, sem querer, pensando: esvaziou o argumento mecanicista com uma elegância!

O que/Quem mais lhe influencia?

A quem você imita? Qual a sua fundamentação teórica? Por que você pensa como pensa? Quem mais lhe influencia? Seus pais? Amizades? Cazuza? Chico Xavier? Darwin? Marx? O PT? Uma igreja ou religião? A Rede Globo? Música? Livros? Professores? Facebook? Outros?

O que você pensa sobre Jesus Cristo, aquele que se igualou a Deus. Ele era um doido ou um deus, era o Doido ou Ele é Deus?

(Se você prefere crer que Jesus é uma lenda, saiba que até os mais incrédulos pesquisadores da História enxergam evidências inapagáveis da historicidade de Cristo! Pesquise você mesmo.)

E então, já decidiu? Não quer decidir? Jesus influencia sua vida ou não? Ele influencia sua maneira de ver a realidade? Ele fundamenta seu caráter? Você o imita?

Até o final de nossas vidas (possivelmente antes disso), todas essas indagações terão sido respondidas. Essas respostas revelarão nossas escolhas ao longo da vida.

Hoje, após ouvir Jesus Cristo através das palavras abaixo, como você responde a todas as questões desse texto?

“Ouvi: Eis que saiu o semeador a semear.

E, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho, e vieram as aves e a comeram.

Outra caiu em solo rochoso, onde a terra era pouca, e logo nasceu, visto não ser profunda a terra.

Saindo, porém, o sol, a queimou; e, porque não tinha raiz, secou-se.

Outra parte caiu entre os espinhos; e os espinhos cresceram e a sufocaram, e não deu fruto.

Outra, enfim, caiu em boa terra e deu fruto, que vingou e cresceu, produzindo a trinta, a sessenta e a cem por um.

E acrescentou: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

O semeador semeia a palavra.

São estes os da beira do caminho, onde a palavra é semeada; e, enquanto a ouvem, logo vem Satanás e tira a palavra semeada neles.

Semelhantemente, são estes os semeados em solo rochoso, os quais, ouvindo a palavra, logo a recebem com alegria.

Mas eles não têm raiz em si mesmos, sendo, antes, de pouca duração; em lhes chegando a angústia ou a perseguição por causa da palavra, logo se escandalizam.

Os outros, os semeados entre os espinhos, são os que ouvem a palavra,
mas os cuidados do mundo, a fascinação da riqueza e as demais ambições, concorrendo, sufocam a palavra, ficando ela infrutífera.

Os que foram semeados em boa terra são aqueles que ouvem a palavra e a recebem, frutificando…” (Marcos 4.3-9 e 14-20).

Você pode preferir crer em determinismo, ateísmo, niilismo, etc. Mas, se isto for uma preferência sua, então você a terá ESCOLHIDO, o que seria um contradição de sua própria crença…

Você simplesmente não vê necessidade de escolher? E se isso já for resultado do TERRENO escolhido por você mesmo?

Gostaria de pedir ajuda? Que tal conversar com Jesus agora mesmo e pedir-Lhe ajuda para crer nEle e enxergar Suas pegadas?
Independente de como você acredita quanto às origens do cérebro humano, criado ou evoluído, por favor, use o seu para escolher a qualidade de TERRENO que deseja SER. Jesus está semeando em você e como seria fantástico que você frutificasse beneficiando a outros também! (Hendrickson Rogers)

Sondagem Biopsicossociológica e Matemática

E aí, beleza?! Fica tranquilo(a), pois, apesar do “palavrão” que está no título deste questionário, meu objetivo com as perguntas que logo irão aparecer aqui pra você é criar uma imagem prévia, razoavelmente precisa sobre meu aluno/minha aluna! Em outras palavras, suas respostas me trarão uma ideia sobre seu conteúdo, sobre sua personalidade, sobre sua família, sobre suas crenças, medos, traumas, alegrias e sobre seus desafios com a Matemática! Com base nisso, tentarei encontrar métodos personalizados para ensinar matemática pra você e lhe educar também. Bom, já “falei” demais, agora, com a palavra… VOCÊ! Um abraço e seja sincero em suas respostas, tá joia? (Algumas questões só aceitam uma resposta. Já em outras, você DEVE marcar todas as opções que julgar necessário; fique atento/atenta!) Para começarmos, clique AQUI.

Quiz do prof. H sobre Possibilidades, Probabilidade, Diagramas Lógicos e Associações Lógicas

Vamos treinar o que aprendemos juntos em sala, beleza? Mais um QUIZ com ajudas, dicas e explicações que tanto lhe ajudará a revisar o assunto como lhe informará sobre seu nível no tema estudado. Saiba que três tipos de questões poderão aparecer: múltipla escolha (com apenas uma alternativa correta), múltiplas opções (com a possibilidade de mais de uma alternativa correta) e respostas digitadas. Neste último tipo você deverá digitar sua resposta, após raciocinar/calcular, e clicar no botão “Vamos conferir”. Após resolvida cada questão, você saberá imediatamente se acertou ou errou, podendo refazê-la após uma breve dica. Você ainda poderá visualizar uma questão por vez ou todas as questões de uma vez, uma abaixo da outra, ‘tá’ massa? Leia as outras informações na página do quiz e mãos a obra! Clique aqui* para começarmos.

*Se não estiver conseguindo abrir a página do quiz, por gentileza, copie o endereço abaixo e cole em seu navegador: