Cristã secreta da Árabia Saudita escreve poema sobre seu encontro com Jesus!

A situação dos cristãos na Arábia Saudita é bastante séria e o extremismo islâmico tem feito diversas vítimas ao longo dos anos. As restrições do governo sobre a liberdade religiosa, em geral, são muito elevadas e, por conta da forte influência do fundamentalismo islâmico, quem escolhe servir a Jesus deve fazê-lo em segredo. 
Diante de todo esse contexto, como uma cristã na Arábia Saudita enxerga Jesus? Leia a seguir.
Ele habitou no mais profundo do meu coração

Eu enxerguei sua luz de longe

por trás das montanhas
por trás do horizonte

Ele se levantou como a radiante luz de uma manhã cheia de alegria

Ele se levantou dentro da minha alma tão cheia de escuridão

minha alma perdida e confusa
minha alma que não conhecia o significado de “descanso”

No entanto, ele me visitou como a brisa suave

como a fragrância que emana das colinas

ele me visitou

Ele habitou no mais profundo do meu coração

e se estabeleceu lá dentro

Ele encheu minha alma com pureza, com vida

Ele é Jesus, gentil e compassivo

Jesus, a origem da minha alegria

Jesus, o refúgio da minha alma

Eu o adoro desde que o conheci,

e me apaixonei por ele

E como não poderia ser assim?
Pois ele me amou primeiro

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Notícias de um mundo que continua afundando!

A capa do jornal Folha de S. Paulo de hoje [domingo 3/1/2016] é um verdadeiro retrato deste mundo sem rumo, sem sentido e que se ilude achando que vai durar muito tempo. É um raio x da realidade que nos cerca, com pessoas se iludindo mergulhadas no puro hedonismo para tentar esquecer a sensação de que o futuro não apresenta esperanças concretas; pessoas que só pensam no aqui e agora porque têm dúvidas sobre o amanhã. Um mundo corrupto, amante dos prazeres, violento, desigual – exatamente como as profecias bíblicas o haviam descrito muito, muito tempo atrás. O nosso mundo que cambaleia para o precipício.

No centro da capa, a manchete sobre os desmandos dos políticos brasileiros anuncia um novo ano com mais do mesmo. Acima e ao lado da manchete, a chamada “Festas badaladas do litoral norte de São Paulo ignoram a crise”, e uma foto grande de uma das tais festas que não apenas ignoram a crise, mas ignoram também a decência e o fato de que há muita gente, neste exato momento, mendigando e sofrendo exatamente por causa da crise que os festeiros ignoram. E essa crise é causada não apenas pela roubalheira dos governantes e pela conjuntura econômica; é causada também pela falta de solidariedade de uma sociedade em que poucos têm muito e muitos têm pouco. Uma sociedade que adora ignorar realidades. Na verdade, o brasileiro – e não apenas os hedonistas norte-paulistanos – ignora muita coisa. Fã de novelas, de festas e dado a levar a vida na brincadeira, ignora o fato de que não adianta xingar políticos enquanto os cidadãos não fazem sua parte para ter uma nação mais honesta, igualitária, de pessoas de bem e íntegras, não de homens e mulheres que só pensam em se dar bem e se gabam quando conseguem “dar um jeitinho”, mesmo que à custa de valores, da ética e da obediência às leis.

Logo abaixo da festa e da manchete, a notícia com foto informa que “Vivência sensorial na floresta e ioga na praia atraem turistas no Rio”. Na verdade, esse tipo de religiosidadelight e pós-moderna atrai muita gente nos tempos de hoje. É uma religião que dispensa compromissos, dispensa a entrega do coração e das vontades, dispensa o arrependimento e o perdão, dispensa a tomada de consciência de que o mundo precisa de cristãos comprometidos – dispensa Deus. Afinal, o ser humano é seu próprio deus. O que ele sente é o mais importante. Se está satisfeito com a sua verdade, ótimo. É melhor fugir para a floresta e abraçar as árvores do que se misturar ao povo e abraçar os pecadores malcheirosos. É melhor tentar esvaziar a mente na meditação transcendental do que encher o coração com as verdades absolutas da Bíblia Sagrada que nos convidam à verdadeira mudança de vida e satisfazem o vazio da alma.

E fechando a capa emblemática, duas pequenas chamadas tristes, no pé da página: “Execução de clérigo xiita pela Arábia Saudita gera tensão” e “Chacina em SP pode estar ligada à morte de policial”. São notícias que insistem em estragar o clima de festa e a ilusão da religiosidade new age chique e perfumada. O mundo verdadeiro fede a sangue e pólvora. O mundo verdadeiro insiste em jogar na nossa cara a realidade nua e crua de que o ser humano não tem jeito sem Deus. Insiste em nos fazer enxergar que este planeta precisa da intervenção do Criador; precisa que Jesus volte logo! E enquanto isso não acontece, não adianta continuar escondendo a sujeira debaixo do tapete. Ela continua lá e em todo lugar, clamando para ser removida, não ignorada.

A foto gigante da festa com moças seminuas no topo da capa bem que tentou esconder as notícias abaixo dela, mas não tem jeito…

Bem-vindo 2016!

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Polônia e Hungria podem dividir bloco da União Europeia na ONU sobre direitos gays!

NOVA IORQUE, EUA, dezembro (C-Fam) Uma mudança política na Polônia está minando esforços para impor “casamento” de mesmo sexo na Europa e poderá levar a uma mudança radical na posição de negociação da União Europeia na Organização das Nações Unidas.

Embora a Europa esteja dividida sobre direitos LGBT de modo muito semelhante do jeito que está dividida sobre a imigração, e muitas outras questões, em anos recentes diplomatas da UE na ONU têm estado entre os apoiadores mais abertos de novos direitos especiais para indivíduos que se identificam como lésbicos, gays, bissexuais e transexuais (LGBT). E embora haja divisão na Europa sobre a questão, a posição pró-homossexualismo se tornou dominante. Mas recentemente, a delegação da UE chegou a apoiar o “casamento” de mesmo sexo.
Mudanças recentes na liderança política da Polônia, onde o Partido da Lei e Justiça teve uma vitória arrasadora, ameaçam retrocessos para este curso para a União Europeia.
Como sinal de mais coisas que virão, neste mês a Polônia e a Hungria conseguiram impedir um acordo ministerial da UE que teria forçado todos os países da UE a honrar “casamentos” de mesmo sexo onde quer que fossem realizados na União Europeia.
O acordo fracassado proposto por Luxemburgo para os ministros de justiça da UE lidou com direitos de propriedade, pensões e seguro. A Polônia e a Hungria se opuseram a ele na base de que violaria sua prerrogativa soberana de legislar sobre casamento e assuntos de família.
O fato de que dois países no centro da Europa se oporiam até a um reconhecimento indireto de “casamento” de mesmo sexo, e sem dúvida alguma em face de pressões fortes de outros estados da UE, diz muito sobre a direção que a Polônia e a Hungria escolheram. Não é a trajetória em que a diplomacia da UE, dependente do consenso da EU, tem assumido até agora.
A atual ordem oficial para os diplomatas da UE do Conselho da UE dá um mandato amplo para a “eliminação de discriminação contra os indivíduos LGBTI.” Embora seja compreendida para excluir a promoção de casamento de mesmo sexo, para todos os propósitos práticos as delegações da UE frequentemente ignoram isso em seu zelo por direitos LGBT.
A UE é uma das 17 delegações que é parte de um grupo que se declara “Grupo Principal LGBT” na ONU, o qual fez a promessa de manter as questões LGBT na agenda da ONU. O grupo tem aspirações mais elevadas do que o mandato da delegação da UE.
O objetivo do grupo é “ampliar a extensão do reconhecimento de direitos LGBTI” no mundo inteiro, e não só acabar com a discriminação. Num recente evento paralelo na ONU o grupo justificou o apoio ao casamento de mesmo sexo nessas bases num novo vídeo da burocracia da ONU que apresenta uma cerimônia de casamento lésbico.
A UE chegou ao ponto de deixar de apoiar uma linguagem extraída da Declaração Universal de Direitos Humanos sobre a família como a “unidade natural e fundamental da sociedade” porque exclui “famílias” de mesmo sexo, ainda que a maioria, ou até mesmo todos, os países membros da UE incluam ou espelhem essa linguagem em suas constituições.
Essas decisões, tomadas sob o pretexto de acabar com a “discriminação,” provavelmente serão desafiadas pela Polônia e Hungria a menos que ocorram mudanças em suas perspectivas.
A nova liderança da Polônia já reforçou a posição da Hungria, que vem abertamente apoiando os valores tradicionais, mas até agora permanecia na maior parte sozinha em tempo de decisão.
Além disso, as chances de formar uma coalizão de países da Europa para impedir a promoção agressiva de direitos LGBT por meio da política externa da UE aumentaram dramaticamente. Outros países da Europa, os quais são menores e mais fracos, mas socialmente mais alinhados com a Polônia e a Hungria do que os países socialmente esquerdistas membros da UE, terão mais probabilidade de permanecer juntos com a forte liderança da Polônia e a Hungria.
Fonte: Friday Fax via Julio Severo.

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Um texto apropriado para terminar 2015: Ateus e religiosos idólatras!

Dizem que os deuses (sendo os mais famosos os da Grécia antiga) desapareceram depois que o pensamento mítico foi substituído pelo pensamento filosófico. Criações da mente pagã, eles nunca existiram de fato, mas existiram como expressão e imagem de uma grande parcela da humanidade paganizada. Distorções da Transcendência, os deuses da mente idólatra retornaram com seus atributos cruéis, apresentando-se ao homem do presente numa forma ainda mais assustadora. Seria o caso de eles terem sido metamorfoseados ou ressignificados? Será que os deuses continuam recebendo o culto da maioria desta geração, dita pós-cristã, que teima em trazê-los de volta na forma de pensamentos, ideias, filosofias e religiões? Parece-me que o panteão olímpico está bem representado na contemporaneidade. Nesse sentido:


Zeus e Hera, sempre briguentos, são vistos na tragédia em que se tornou o matrimônio e a família – um círculo de traições, ciúmes e discórdia. Zeus era considerado o “pai dos deuses”; Hera, a grande matriarca. Os poderes patriarcal e matriarcal, na relação doméstica, ultimamente estão causando estragos no mundo.

O submundo ou as regiões inferiores do Tártaro constituíam o reino de Hades, este nefasto ser ao qual os gregos antigos prestavam estranho culto. Tal divindade representa bem as forças infernais e maléficas que estão tomando conta do ser humano entregue ao seu próprio coração escuro e maldoso. Hades incorpora a figura de Satanás.
Poseidon era o deus dos mares e o promovedor de terremotos e catástrofes. Poderíamos colocá-lo como protótipo e símbolo do poder destrutivo do homem sobre a natureza?
Afrodite paira nas mais variadas formas de erotismo e amor deformado: nas ideologias de gênero, na homossexualidade, no adultério, na sensualidade transgressiva das normas de pudor e pureza e no romantismo piegas de mentes nefelibatas.
Ares, acompanhado de Fobos (o medo) e Deimos (o terror), é cultuado nas guerras e rumores de guerras entre as nações, especialmente nas barbáries promovidas por grupos violentos que sentem prazer na força bruta e no derramamento de sangue. Por extensão, este deus é protótipo do medo e da violência que acometem a sociedade. Ares também é a imagem do macho ao avesso – aquele que transmudou a nobre virilidade numa aberração do masculino.
  
A imagem de Apolo e das Musas está impressa nas artes em geral (música, pintura, literatura, etc.), que mais expressam sentimentos de vazio do que de plenitude – o homem ensimesmado num subjetivismo escuro e profundo.
  
Vemos Hefestos, o deus artesão, no culto à tecnologia como solução ilusória dos nossos problemas.
  
Ártemis, a virgem caçadora dos isolados bosques, traduz uma crueldade e selvageria própria dos nossos tempos de competição e individualismo. Mais: a deusa simboliza a ruptura com o masculino, o qual procura matá-lo com setas fatais numa atitude de insubmissa independência. Se Ares representa a masculinidade brutal, Ártemis constitui a feminilidade competitiva e agressiva: a ideologia do feminismo que amputa parte da imagem divina na humanidade.
Quase desconhecida e apagada no Olimpo encontra-se Héstia. Também uma deusa virginal e pudica, ela é o oposto de todas as demais deusas. Sem mito próprio e escondida pelos cantos, Héstia nos remete a uma exacerbada passividade quando se requer ação e luta. Sendo uma deusa “virtuosa”, a virtude de Héstia não causa nenhum impacto ou influência, mas apenas adorno no Olimpo. Héstia talvez possa ser caracterizada como o moralismo inútil substitutivo da verdadeira moralidade derivada da fé.
Deméter, a deusa da abundância e da terra cultivada, traz sua marca na adoração à natureza e às leis naturais em si mesmas. Igualmente, a deusa é símbolo da força do homem sobre a Terra. Este procura o domínio de todos os espaços, assenhoreando-se deles como se deles fosse o legítimo dono. Deméter incorpora as ideologias do ambientalismo feito religião.     
  
A comunicação do nosso mundo virou uma verdadeira Babel. Assim, Hermes, o “mensageiro dos deuses”, é o veículo que espalha a falsa mensagem da religião de forma bastante eloquente. Ele cai bem como o canal babilônico. Deus do comércio e do dinheiro, também sobrevive no materialismo dos sistemas econômicos vigentes e nos interesses escusos das religiões. Hermes simboliza a falsidade em todas as suas formas, principalmente a religiosa. É um arquétipo da mentira e da falácia humanas.

Dionísio talvez seja o deus de maior evidência, pois o prazer e as alienantes festas do mundo viraram um objetivo final para muita gente adepta do pensamento dionisíaco, que glorifica os instintos mais baixos. A essência dionisíaca é o hedonismo.
Por fim, Atena reaparece na soberba intelectual contemporânea, na tal “sociedade do conhecimento”, e na sabedoria mundana tão altamente exaltada, além de representar a “guerra em busca da paz” tão comum em nosso processo civilizatório.
E por aí vai… Os “deuses” não são realidades concretas, apesar de terem povoado a imaginação humana por séculos; contudo, a abstração que deles se faz ressurge sempre atualizada pelo “deus deste século” – o ser que espalha seu nevoeiro em torno da verdade, a qual ele procura transformar em mito.

O mundo permanece idólatra. Mas o antigo mandamento proferido pelo Deus vivo e digno de adoração permanece vigente: “Não terás outros deuses diante de Mim” (Êxodo 20:3).

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Jesus não abandonou Seus filhinhos ao sabor do Estado Islâmico! Ele cumpre Sua promessa de onipresença!!

Jesus prometeu: “Eis que estou convosco até o fim”, e como
sempre Ele honra Sua palavra!
A maioria das pessoas que acompanha as notícias sobre o Irã e regiões e ouve falar sobre as ações violentas do Estado Islâmico, pensa que o cenário de guerra é somente de dor e falta de esperança.
Apesar do mal que esse grupo espalha, alguns cristãos acreditam que Deus está no controle nas áreas em que parece que somente a escuridão reina. “Quanto mais eles perseguem os cristãos, mais o evangelho se espalha. É triste ver tantas mortes e lágrimas, mas quanto mais sofremos, mais sentimos a presença de Deus, e sabemos que somos luz nas trevas. Muitos muçulmanos se converteram porque dividimos o evangelho com eles”, disse um cristão em entrevista à CBN News.

“Muitos de nós já tivemos encontros sobrenaturais com Jesus, alguns em sonhos, outros em visões, e sabemos que isto não acontece somente aqui, mas em todo o Oriente Médio. Nós estamos sofrendo, mas não queremos fugir, nós temos coragem de ficar aqui porque Deus está nos fortalecendo, e precisamos ser sal da terra e luz do mundo, porque ainda há muitas pessoas desesperadas, procurando um caminho nessa vida, e o único caminho é Jesus. Precisamos levar o Cristo para estas vidas”, finaliza o cristão.

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#StarWars: religião é algo que se pratica só dentro da igreja? Minhas diversões não têm nada a ver com minha religiosidade?

Vede prudentemente como andais, não como néscios,
e sim como sábios, remindo o tempo,
porque os dias são maus (Ef 5.15,16).
Uma igreja de Berlim, na Alemanha, teve uma celebração inusitada no domingo passado: um culto “Star Wars”. Isso mesmo! Dois futuros pastores quiseram mostrar aos fiéis as supostas analogias entre o cristianismo e a saga “Star Wars”. A cerimônia, intitulada “O despertar da Força: culto pelo episódio VII de ‘Star Wars’”, foi realizada na Igreja de Sion, no bairro de Mitte. No culto, foram exibidas cenas do sexto filme da saga e até um sorteio foi feito entre aqueles que compareceram fantasiados de algum personagem da franquia. O prêmio? Entradas para assistir ao episódio 7: “O Despertar da Força”, que estreou mundialmente nesta quarta-feira, levando legiões de fãs às salas de cinema.

A banalização da religião, infelizmente, é um fenômeno interdenominacional. Enquanto uns mercantilizam a fé e apregoam teologias absurdas de prosperidade e barganha com Deus, e outros criam bizarrices como “cusparadas santas” e paletós que derrubam crentes em êxtase, há aqueles que insistem numa dicotomia artificial entre sagrado/espiritual e secular, como se uma “área” da vida não afetasse a outra. Você acha mesmo que neste grande conflito em que estamos imersos, em que forças do mal e forças do bem lutam para conquistar o coração de cada ser humano, haveria algo realmente “neutro”? Será que posso buscar Deus numa igreja ao mesmo tempo em que não dou a mínima para os conteúdos que absorvo em meus momentos de lazer? Ellen White escreveu o seguinte: “Satanás tem mais sucesso quando faz seus ataques no momento em que as pessoas estão sem ter nada para fazer” (Os Escolhidos, p. 94). Sim, nossos passatempos, nossos momentos de recreação, os filmes, os livros, etc., terão inevitavelmente algum impacto sobre nossos pensamentos, e os pensamentos habitualmente repetidos, os conteúdos em que nos demoramos acabarão por moldar nosso caráter. Numa guerra espiritual, tudo é espiritual. A pessoa com quem escolho namorar e/ou casar, a casa que decido financiar, o carro que desejo comprar, a carreira na qual vou investir… cada uma dessas coisas tem potencial para edificar ou destruir a espiritualidade. E por isso mesmo deve ser alvo de muitas orações. Tudo na vida de um cristão deve ser feito com oração e sob a orientação de Deus e Sua Palavra. Para um não religioso, tudo é material. Para um religioso, tudo é “espiritual”. Simples assim? Nem tanto…

Detalhes nada elementares – título do filme: “O despertar da força [NEGRA]”. O vilão continua empunhando um sabre de luz… porém, agora, essa arma tem a forma de uma cruz. Sim, uma CRUZ! Pior. Uma cruz vermelha invertida! Um símbolo do satanismo! Você notou?


Depois que postei no YouTube dois vídeos sobre a influência de filmes (especialmente os de super-heróis), houve uma enxurrada de comentários nas redes sociais (clique aqui eaqui para ver os tais vídeos). A maioria das pessoas parece concordar com minhas ideias e com as advertências que fiz, mas outras fizeram críticas com base num “argumento” bastante recorrente: o argumento “nada a ver”. Para alguns cristãos, não tem “nada a ver” aquilo que assistimos, o tipo de músicas que ouvimos, nem o que comemos ou bebemos e as pessoas com quem nos relacionamos. Para alguns desses, o que precisamos é pregar a Bíblia e não ficar criticando a cultura que nos rodeia nem as produções midiáticas que seriam meros passatempos inocentes. Concordo que em muitos de nossos púlpitos têm sido apresentados sermões carentes da verdadeira teologia bíblica; que muitos pregadores têm substituído os poderosos sermões expositivos por mensagens água com açúcar de cunho existencialista. Sim, esse é um problema. Mas resolveremos um problema ignorando o outro? “Em vez de criticar produtos culturais como os filmes, temos que pregar a Bíblia.” Essa me parece uma típica falácia non sequitur. Os próprios autores bíblicos, especialmente os profetas, foram críticos dos costumes de seu tempo. Denunciaram a corrupção, a violência, a perversidade, a imoralidade, a idolatria, as injustiças… Curiosamente, todas essas coisas estão presentes em muitos produtos da indústria cultural de nosso tempo. Será que alguns cristãos atuais teriam coragem de dizer para um profeta: “Nada a ver! Deixe de falar dessas coisas e pregue a Bíblia. Deixe que as pessoas se divirtam!”

Você duvida mesmo que os entretenimentos “inocentes” tenham influência sobre as pessoas? Veja só esta declaração da Emily Barbosa Borges, postada em seu Facebook: “Eu sempre fui apaixonada pelos desenhos das princesas da Disney. Hoje, não sei por que, veio uma música na minha cabeça do desenho do Aladdin, e qual não foi a minha surpresa ao cantar a música e falar a palavra ‘orgia’! Eu pensei ‘é isso mesmo?’. Sim, mamães, cuidado com os desenhos que as crianças assistem! Para quem não acredita em mim, aqui está vídeo da abertura do desenho, no qual ele canta: ‘As noites na Arábia e os dias também são sempre tão quentes, mas fazem com que a gente se sinta tão bem, tem um belo luar e orgias demais!”

Logicamente que a pessoa não vai se envolver em orgias pelo simples fato de que essa palavra está “trancada” na mente dela por causa de uma musiquinha de desenho animado. Mas será que esse e outros conteúdos vão contribuir para que estas palavras de Paulo sejam realidade em nossa vida? “Nós, porém, temos a mente de Cristo” (1Co 2:16), e: “Seja a atitude [sentimento] de vocês a mesma de Cristo Jesus” (Fp 2:5). Para ter a mente, as atitudes e o sentimento de Jesus, precisamos passar tempo com Ele. Não ter tempo para a comunhão com Cristo (tempo que muitas vezes é roubado pelos filmes, livros, seriados, videogames, etc.) já é um problema, porque sem Ele nada podemos, nada somos. Agora, gastar esse tempo com produções vazias e, pior, anticristãs, é cometer um duplo grave erro.

Quer um filtro seguro? Aqui está: “Tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas” (Fp 4:8).

Aí está o conselho divino. Você escolhe se ele tem tudo a ver ou se é “nada a ver”.

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Decadência: "ela" quer ser cavalo, eles preferem bonecas!

E os limites entre gêneros e espécies?
Um documentário divulgado no YouTube fez muito sucesso na semana passada e tem dado o que falar. O Horse-Being conta a história de Karen, de 50 anos, que era professor do sexo masculino, resolveu ser mulher e agora quer ser um cavalo. Segundo ela, o sonho começou ainda na infância. Um professor pedia para que os alunos brincassem de “cavalinho”, e isso acabou se transformando no sonho da menina. Recentemente, Karen participou de um campeonato chamado Pony Play, em que ela “vira um cavalo” e puxa até uma charrete. “Eu tenho um cavalo dentro de mim”, diz a francesa no documentário. Outra notícia estranha dá conta de que, segundo especialistas em robótica e inteligência artificial, em 2050 robôs sexuais estarão disponíveis para relacionamentos com seres humanos. Há quem acredite que muitas pessoas optarão por ter esses humanoides como parceiros e até mesmo decidam se casar com eles. Pode acontecer inclusive de a legislação, que sempre segue as demandas sociais, começar aos poucos a se abrir no sentido de autorizar esse tipo de união, como aconteceu com a aprovação do “casamento” de pessoas do mesmo sexo.

Atualmente, enquanto esse futuro não chega, muita gente já se satisfaz com bonecos que vêm sendo cada vez mais aperfeiçoados. São réplicas de mulheres e homens que não envelhecem, têm “pele” muito similar à humana e órgãos sexuais e corpos capazes de armazenar calor, para que a ausência de “calor humano” não se torne um problema na experiência com esses brinquedos sexuais, que podem custar entre vinte e cem mil reais.

Acredite, é uma boneca
Segundo a psicóloga e sexóloga Ana Sierra, que trabalha na Fundação Sauce, em Madri, “existe uma parafilia denominada androidismo, em que as pessoas só se excitam com androides, bonecos ou robôs”.

Um amigo jornalista fez o seguinte comentário sobre esse e outros comportamentos no mínimo esdrúxulos: “Diante do crescimento da homossexualidade, da diminuição da taxa de natalidade, de doenças que não recomendam a gravidez, da opção pela vida solteira, a pior das tendências chegou há pouco tempo, concorrendo com a zoofilia – que também cresce assustadoramente enquanto negócio na Espanha. É ou não um sintoma claro do fim de todas as coisas?”

De fato, para mim, é um sintoma da decadência deste mundo que está em débito com Sodoma e Gomorra já faz bastante tempo.

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